O logo que quebra
Quase todo negócio pequeno tem um. Foi feito grande, ficou bonito na tela — e depois:
- vira uma bolinha ilegível na foto do perfil
- some quando o fundo não é branco
- não tem versão para uma cor só, e a plaquinha sai borrada
- o arquivo bom se perdeu, e sobrou uma imagem que fica borrada toda vez que aumenta
Nada disso é culpa do desenho. É que o desenho foi feito para ser visto uma vez, e ele precisa aguentar ser visto todo dia, em toda parte.
O teste do tamanho pequeno
O monograma no alto desta página quase não passou. O traço dele é fino — é o que o deixa bonito — e quando encolheu para virar foto de perfil, a linha sumiu. Sobrou uma manchinha sem forma.
A resposta não foi trocar o desenho. Foi fazer uma segunda versão, com o traço um pouco mais grosso, que entra só quando o logo aparece pequeno. Ninguém percebe a troca — e é exatamente para isso que ela serve.
Todo logo que sai daqui passa por essa prova antes de chegar na sua mão: encolhido até o tamanho da foto de perfil, posto sobre fundo escuro, impresso em uma cor só. O que não aguenta é ajustado ali — não depois que você já mandou fazer mil cartões.
O que você recebe
- o Manual da Identidade Visual, com o conceito da marca
- o logo em vetor — o arquivo que amplia sem perder qualidade, para a gráfica e para a fachada
- as versões: colorida, uma cor só, para fundo claro e para fundo escuro
- a versão de tamanho pequeno, se o desenho precisar de uma
- as imagens prontas para o perfil das redes e para o ícone do site
Você recebe duas propostas de logo para escolher, e fica pronto em 2 a 7 dias. Tudo em pasta sua, com os originais editáveis.
O manual é o porquê, não só o desenho
Um logo entregue sozinho vira palpite: cada peça sai de um jeito, cada pessoa escolhe uma cor, e em seis meses a marca não se parece mais com ela mesma.
Por isso vai junto o Manual da Identidade Visual. Ele conta duas coisas.
O sentido. Que ideia do seu negócio está dentro daquele desenho — por que essa forma, por que essas cores, o que a marca deve fazer a pessoa sentir antes de ler qualquer palavra. É o que você usa quando precisa explicar seu negócio para alguém.
As regras. O espaço que precisa sobrar em volta do logo, o tamanho mínimo, quais cores combinam com quais, e o que nunca fazer: esticar, trocar a cor, jogar por cima de uma foto cheia de coisa.
Assim, quando outra pessoa for fazer uma peça — uma gráfica, alguém da sua equipe, você mesmo às onze da noite —, ninguém precisa adivinhar. Abre o manual e está lá.
Perguntas
Eu já tenho um logo. Dá para aproveitar?
Muitas vezes sim, e sai mais barato: o desenho está certo e o que falta são as versões e os arquivos que ninguém entregou. Eu digo na conversa se é o seu caso — e digo também quando não é.
Só o logo já resolve?
Para começar, resolve. Identidade visual é o logo mais as decisões que vêm junto: quais cores, qual letra, como as coisas se organizam. Sem isso, cada post e cada plaquinha parecem de um negócio diferente.
Preciso de logo se já tenho um nome bom?
Precisa de alguma forma de ser reconhecido em três segundos numa tela cheia de coisa. Às vezes isso é um logo; às vezes é uma cor e uma letra usadas com disciplina. Na conversa a gente descobre qual dos dois é o seu caso.